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O Congresso Ganepão encara, dentro da sua proposta educacional, a disseminação de conhecimento como ação fundamental para o cumprimento de sua missão. Neste espaço, acompanhe conteúdo relevante baseado em evidência científica da área de Nutrição em todas as suas vertentes.

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Associação entre transtorno alimentar, obesidade e insegurança alimentar

14 de fevereiro de 2019

Tags: insegurança alimentar transtorno alimentar obesidade aumento de peso




Olá! Bem vindo ao Ganepão 60 NutriSegundos!

 

Insegurança alimentar é caracterizada pela dificuldade de arcar com as despesas necessárias para ter uma alimentação saudável. Resultados de um estudo demonstraram associação entre insegurança alimentar e desenvolvimento de transtorno de compulsão alimentar e obesidade.  

 

Curioso, não é? Saiba mais no Ganepão 60 NutriSegundos!

 

Referência

Rasmusson G, Lydecker JA, Coffino JA, et al. Household food insecurity is associated with binge-eating disorder and obesity. Int J Eat Disord. 2018 [Epub ahead of print].

 

Confira este e outros conteúdos: acesse nosso blog: https://www.ganepao.com.br/blog/pt

 

 

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Níveis séricos de magnésio influenciam o metabolismo da vitamina D

06 de fevereiro de 2019

Tags: metabolismo vitamina d magnésio

Níveis séricos de magnésio influenciam o metabolismo da vitamina D




Estudo publicado em dezembro no American Journal of Clinical Nutrition revelou que baixos níveis séricos de magnésio estão associados a níveis também baixos de vitamina D.

Sabia-se anteriormente que enzimas que sintetizam e metabolizam a vitamina D são dependentes do magnésio e que mesmo com ingestão de alta dose de vitamina D podia não acontecer o seu aumento sérico.

O estudo confirma observações anteriores , mas revela  algo novo: 

  • O magnésio tem efeito regulador em pessoas com altos níveis de vitamina D, portanto pode otimizar as taxas séricas de  vitamina D e auxiliar na prevenção de condições relacionadas aos déficits  de vitamina D.

De forma duplo-cego, randomizado e controlado o estudo envolveu 250 pessoas consideradas em risco de desenvolver câncer colorretal por fatores de risco ou por ter pólipo pré-cancerígeno removido.

Doses de magnésio e placebo foram personalizadas com base na ingestão dietética de base e foram avaliadas, no plasma, as alterações de diferentes níveis de expressão da vitamina D.

A suplementação de magnésio aumentou a concentração de 25 (OH) D3 quando suas concentrações iniciais estiveram próximas a 30 ng / mL, mas diminuíram quando o nível plasmático dessa vitamina foi maior (de 30 a 50 ng / mL).

O tratamento com magnésio afetou significativamente a concentração de 24,25 (OH) 2D3 quando a concentração de 25 (OH) D no início do estudo foi de 50 ng / mL, mas não de 30 ng / mL.

Segundo os autores "A insuficiência de vitamina D tem sido reconhecida como potencial problema de saúde em grande escala nos EUA".

"Muitas pessoas recebem orientação médica para suplementação de vitamina D com base nos resultados dessa vitamina no sangue. Entretanto, além da vitamina D, a deficiência de magnésio é um problema sub-reconhecido. Até 80% as pessoas não consomem magnésio suficiente em um dia para atender a recomendação dietética recomendada (RDA) com base nessas estimativas nacionais", explicam.

Os pesquisadores salientaram, ainda, que os níveis de magnésio no estudo estavam de acordo com as diretrizes da RDA, e recomendaram mudanças na dieta como o melhor método para aumentar a ingestão desse mineral. Alimentos com altos níveis de magnésio incluem verduras de folhas escuras, feijão, grãos integrais, chocolate amargo, peixes gordurosos, nozes e abacate.

 

Referência

Dai Q, Zhu X, Manson JE, et al. Magnesium status and supplementation influence vitamin D status and metabolism: results from a randomized trial. Am J Clin Nutr. 2018; 108(6):1249-1258.

 

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Efeitos do Glutamato monossódico na função cognitiva e na redução de Sódio

21 de janeiro de 2019

Tags: umami glutamato msg sódio função congnitiva




Olá! Bem vindo ao Ganepão 60 NutriSegundos!

 

O Glutamato Monossódico proporciona o quinto gosto básico, diferente dos gostos doce, salgado, azedo e amargo: estamos falando do umami.

 

Substâncias com gosto umami são utilizadas como estratégia para reduzir o sódio em diferentes alimentos processados e caseiros, pois o MSG não afeta a percepção de salinidade e, portanto, contribui para o bem-estar e segurança da população.

 

Assista e saiba mais no Ganepão 60 NutriSegundos!

 

Referência

Maluly HDB, Arisseto-Bragotto AP, Reyes FGR. Monosodium glutamate as a tool to reduce sodium in foodstuffs: Technological and safety aspects. Food Sci Nutr. 2017 Jul 13;5(6):1039-1048.

Kouzuki M, Taniguchi M, Suzuki T, Nagano M, Nakamura S, Katsumata Y, Matsumoto H, Urakami K. Effect of monosodium L-glutamate (umami substance) on cognitive in people with dementia. Eur J Clin Nutr. 2018 [Epub ahead of print].

 

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Qual a diferença entre alimentos transgênicos e alimentos geneticamente modificados?

16 de janeiro de 2019

Tags: ganepaocast transgenicos alimentos geneticamente modificados ogm

Qual a diferença entre alimentos transgênicos e alimentos geneticamente modificados?




Atualmente muito se debate sobre a inserção de alimentos geneticamente modificados e transgênicos no mercado.

Você sabia que ambos não são necessariamente a mesma coisa? Ainda, a pergunta que não quer calar: são nocivos à saúde?

Dr. Dan te explica no GanepãoCast. Ouça agora!

 

Referências

O que são Transgênicos. Centro de Centro de Genética Molecular. Universidade Federal de Minas Gerais. Disponível em: http://www.cgm.icb.ufmg.br/oquesao.php. Acessado em: 01/09/2015

United States Department of Agriculture. Adoption of Bioengineered Crops. Agricultural Economic Report No. 810, 2002. Disponível em: http://www.ers.usda.gov/media/759213/aer810c_1_.pdf. Acessado em: 04/09/2015

American association for the advancement of science. Statement by the AAAS board of directors on labeling of genetically modified foods. Disponível em: http://www.aaas.org/sites/default/files/AAAS_GM_statement.pdf. Acessado em: 04/09/2015

American Medical Association. Report 2 of the Council on Science and Public Health: Labeling of Bioengineered Foods. 2012.

World Health Organization. Food safety: 20 questions on genetically modified foods. Disponível em: http://www.who.int/foodsafety/areas_work/food-technology/faq-genetically-modified-food/en/. Acessado em 04/09/2015

Directorate-General for Research and Innovation. Biotechnologies, Agriculture, Food. European Union .A decade of EU-funded GMO research (2001-2010). 2010. Disponível em: http://ec.europa.eu/research/biosociety/pdf/a_decade_of_eu-funded_gmo_research.pdf. Acessado em: 04/09/2015

Miller, H. A golden opportunity, squandered. Trends in Biotechnology. 2009; 27 (3): 129–130.

Garcia, MA. Alimentos Transgênicos: riscos e questões éticas. Revista de Agricultura. 2001; 76(3).

Liu M, Chen G, Guo H, Fan B, Liu J, Fu Q, et al. Accurate analysis and evaluation of acidic plant growth regulators in transgenic and non-transgenic edible oils with facile microwave-assisted extraction-derivatization. J Agric Food Chem. 2015 [Epub ahead of print].

Texto adaptado de http://www.nutritotal.com.br

 

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Aleitamento materno direto vs administração de leite materno na mamadeira

07 de janeiro de 2019

Tags: leite materno mamadeira aleitamento materno

Aleitamento materno direto vs administração de leite materno na mamadeira




Bebês alimentados com leite materno na mamadeira ganham peso mais rapidamente do que os que mamam no peito, mas não tanto peso quanto os bebês alimentados exclusivamente com fórmula láctea (FL) ou que recebem suplementação com FL, por longo prazo. Esta é a conclusão de um novo estudo canadense publicado no periódico Pediatrics.

Pesquisas anteriores já sugeriram que a alimentação com FL está associada a maior ganho de peso entre os lactentes do que o aleitamento materno. Mas existe pouca informação de como práticas específicas de alimentação infantil, como suplementação com FL para bebês durante a fase de aleitamento materno ou a alimentação com leite materno na mamadeira possam modificar o ganho de peso. O novo estudo, que acompanhou 255 mães e seus bebês, revelou que o modo como os lactentes recebem o leite materno faz diferença.

O aleitamento materno exclusivo aos três meses foi associado a ganho de peso mais lento e IMC mais baixo em crianças de um ano do que outros esquemas. A suplementação com FL durante pouco tempo após o nascimento ou a introdução de comida sólida antes dos seis meses não reduziu esses benefícios. No entanto, a suplementação com FL mais tarde foi associada a ganho de peso mais rápido e IMC mais alto, acrescentando 0,28 ao escore z médio do IMC e a alimentação exclusiva com FL mais tarde levou a ganhos ainda maiores (0,45 escore z do IMC). Crianças que tomaram leite materno na mamadeira também apresentaram um discreto aumento do ganho de peso (0,12 escore z do IMC).

Os autores sugerem que o aleitamento direto no peito está associado a menor ganho de peso do que o leite materno na mamadeira, porque a quantidade de leite é determinada pelo bebê.

As crianças na coorte continuarão a ser acompanhadas durante a adolescência, deste modo os pesquisadores poderão avaliar se as práticas alimentares durante o aleitamento terão efeitos no peso em longo prazo.

 

Referência

Azad MB, Vehling L, Chan D, Klopp A, Nickel NC, McGavock JM, et al. Infant Feeding and Weight Gain: Separating Breast Milk From Breastfeeding and Formula From Food. Pediatrics. 2018 Oct;142(4).

 

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Ganepão 60 NutriSegundos - Laticínios e Prevenção de Diabetes tipo 2

17 de dezembro de 2018

Tags: laticínios diabetes tipo 2 acidos graxos




Olá! Bem vindo ao Ganepão 60 NutriSegundos!

 

Você sabia que o consumo de laticínios pode ajudar na prevenção de Diabetes tipo 2?

Assista e saiba mais!

 

Referência

Imamura F, Fretts A, Marklund M, Ardisson Korat AV, Yang WS, Lankinen M, et al. Fatty acid biomarkers of dairy fat consumption and incidence of type 2 diabetes: A pooled analysis of prospective cohort studies. PLoS Med. 2018 ;15(10):e1002670.

 

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Indicadores Prognósticos no tratamento da Cirrose Hepática

10 de dezembro de 2018

Tags: cirrose hepática gasto energético de repouso (ger) quociente respiratório (qr) calorimetria indireta (ci)

Indicadores Prognósticos no tratamento da Cirrose Hepática




O gasto energético de repouso (GER) e o quociente respiratório (QR) medidos pela calorimetria indireta (CI) podem se correlacionar com massa muscular e representar indicadores prognósticos no tratamento de pacientes com cirrose hepática.

Estudo, recentemente publicado, avaliou a correlação do gasto energético e QR medidos por CI com massa muscular, mortalidade e valores de gasto energético estimados pelas equações Harris-Benedict, Diretrizes ESPEN e DITEN em pacientes com cirrose hepática.

Neste estudo prospectivo, o gasto energético foi medido em 126 pacientes, do sexo masculino com cirrose hepática, por CI e predito por Harris-Benedict, Diretriz ESPEN (35 kcal / kg de peso atual) e Diretriz DITEN (30 kcal / kg de peso atual). As medidas foram obtidas no momento da admissão no estudo. A composição corporal foi determinada por DXA. A associação entre gasto energético e sobrevida em 3 anos foi investigada.

A etiologia da cirrose foi classificada como origem alcoólica (59,0%), viral (20,1%), criptogênica (11,8%) ou outra (9,0%). Os índices médios Child-Pugh e MELD foram 8,30 ± 2,0 e 14,38 ± 6,12, respectivamente.

O QR mostrou uma correlação moderada com massa muscular (r = 0,64), enquanto o gasto energético medido pela calorimetria foi inversamente associado à mortalidade (regressão de Cox multivariada, HR = 0,88, 95% CI: 0,78; 1, p = 0,04).

Entre as equações preditivas para gasto energético, apenas Harris-Benedict apresentou valores próximos aos valores da calorimetria, com correlação positiva de Pearson (r = 0,77), excelente acurácia (Cb = 0,98) e correlação positiva de concordância de Lin (CCC = 0,75). No entanto, um grande desvio padrão foi observado e o gasto energético estimado Harris-Benedict não se correlacionou com a mortalidade.

Os autores concluem que QR e gasto energético, medidos por calorimetria, podem ser ferramentas valiosas para avaliar a gravidade da cirrose, refletindo a massa muscular e ainda com valor prognóstico para mortalidade, respectivamente. As equações preditivas para GER incluídas neste estudo não podem substituir as medidas obtidas por calorimetria indireta para esse propósito.

 

Referência

Belarmino G, Singer P, Gonzalez MC, Machado NM, Cardinelli CS, Barcelos S, Andraus W, D'Albuquerque LAC, Damiani L, Costa AC, Pereira RMR, Heymsfield SB, Sala P, Torrinhas RSM, Waitzberg DL. Prognostic value of energy expenditure and respiratory quotient measuring in patients with liver cirrhosis. Clin Nutr. 2018 Jul 6. pii: S0261-5614(18)31202-0.

 

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GanepãoCast - Qual é o efeito do congelamento sobre o valor nutricional dos alimentos?

03 de dezembro de 2018

Tags: ganepaocast congelamento de alimentos valor nutricional conservação de alimentos

GanepãoCast - Qual é o efeito do congelamento sobre o valor nutricional dos alimentos?




Olá! Seja bem vindo a mais um GanepãoCast!

O congelamento é um método de conservação de alimentos que reduz a temperatura até que os efeitos destrutivos de microrganismos, enzimas e oxigênio sejam paralisados ou muito reduzidos.

Mas qual é o seu efeito sobre o valor nutricional dos alimentos? Dr. Dan explica!

Ouça no GanepãoCast!

 

Referências

Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Portaria CVS-6/99, de 10.03.99. Disponível em: http://www.cvs.saude.sp.gov.br/zip/E_PT-CVS-06_100399.pdf. Acessado em: 03/03/2016

Colla LM, Prentice-Hernandez C. CONGELAMENTO E DESCONGELAMENTO – SUA INFLUÊNCIA SOBRE OS ALIMENTOS. Vetor. 2003; 13:53-66.

Estelles RS. Importância do controle da temperatura e do tratamento térmico na preservação dos nutrientes e da qualidade dos alimentos. [Monografia] Brasília: Universidade de Brasília; 2003. 21p.

Iowa State University. FREEZING: FRUITS and VEGETABLES. Disponível em: https://www. extension.iastate.edu/Publications/PM1045.pdf. Acessado em: 03/03/2016

United States Department of Agriculture. Freezing and Food Safety. Disponível em: http://www.fsis.usda.gov/wps/portal/fsis/topics/food-safety-education/get-answers/food-safety-fact-sheets/safe-food-handling/freezing-and-food-safety/CT_Index. Acessado em: 04/03/2016

Texto adaptado de http://www.nutritotal.com.br

 

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InfoGanepão - O que você poderá ver no Ganepão 2019!

28 de novembro de 2018

Tags: vantagens ganepão cursos pré-congresso premiações




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Amamentação, Sobrepeso e Diabetes

20 de novembro de 2018

Tags: amamentação gravidez sobrepeso pré-gestacional diabetes gestacional

Amamentação, Sobrepeso e Diabetes




Existe associação entre sobrepeso pré-gestacional e diabetes gestacional com o início tardio da amamentação. No entanto, a presença de ambas as condições simultaneamente tem sido pouco explorada.

Estudo publicado, na revista PlosOne , investigou a interação entre excesso de peso/obesidade  materna e diabetes gestacional sobre o tempo de início da amamentação usando dados do estudo IVAPSA Birth Cohort, com acompanhamento prospectivo de mães e seus recém-nascidos. Dois dos cinco grupos da IVAPSA foram avaliados, considerando mulheres com e sem diabetes gestacional. Essas mulheres foram categorizadas de acordo com o índice de massa corporal pré-gestacional como peso normal ou sobrepeso/obesidade.

Os pesquisadores avaliaram 219 mulheres, 53,4% delas com sobrepeso / obesidade pré-gravidez e 32% com diabetes gestacional. A maioria das mulheres conseguiu iniciar a amamentação em até 12 horas após o parto (92,7%) e apenas oito (3,7%) mulheres não amamentaram nas primeiras 24 horas após o parto. Destas, sete apresentaram sobrepeso / obesidade (77,8%) e cinco diabetes gestacional (66,7%), sendo que quatro delas com sobrepeso / obesidade e diabetes gestacional concomitantemente. Mulheres com ambas as condições adversas tiveram um risco relativo ajustado de início tardio da amamentação de 1.072 (95% IC 1.006; 1.141), p = 0,032.

Os autores concluem que há uma interação aditiva entre sobrepeso / obesidade materna pré-gestacional e diabetes gestacional com o retardo da amamentação.

 

Referência

Pinheiro TV, Goldani MZ, IVAPSA group. Maternal pre-pregnancy overweight/obesity and gestational diabetes interaction on delayed breastfeeding initiation. PLoS ONE; 2018: 13(6): e0194879.

 

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